Quase 22h, saio de casa com o propósito de ter uma noite bem passada, cafezinho na praia, conversas até ás tantas com o único ser humano que tem paciência para me apoiar nestas minhas aventuras, falo obviamente do J. (o caloiro 2009/2010 de Farmácia). Quem mais aturaria as minhas lambercices e me chamaria de lambércia no momento exacto?!
Continuando, saí uma pessoa de casa, felicíssima pois conta ter uma noite bem passada, tenta abrir o carro e nada acontece. Repito: NADA! Nem um piscar de luzinhas simples e fraco. NADA!
O que é que faz uma pessoa como eu nesta situação? Entra em desespero, obviamente. Ah e liga para o papá. E como bom papá que é, resolve logo a situação. Liga p'ró reboque e ele vem loguinho, nem esperei assim tanto. Foram os 2 minutos mais úteis da vida dele. Olhou p'ra mim com cara de quem olha para alguém que não percebe nada de nada, depois faz-me meia dúzia de perguntas, pega nos cabos, liga-os á bateria do meu chevrinho e depois diz "A menina agora tem que andar um bocado com o carro, vá até á via do infante e puxe um bocadinho por ele". E eu, pois 'tá bem. Não contava ir tão longe mas se o senhor do reboque manda eu obdeço.
E pronto, lá fomos nós. Eu, o chevrinho e claro o J., sempre em todas as minhas lambercices. Não houve café na praia, mas o passeio foi digamos que engraçado. Valeu a parte em que eu ia seguindo p'ra Loulé e que tive que fazer uma inversão meio louca. Mas chegamos a casa inteiros. E quanto ao chevrinho, pois parece que está melhor que novo. Ele CHORA por aventuras destas e CHORA pa me matar do coração.
xoxo C.
ps: Mais uma vez muito OBRIGADA ao J. (tinha que pertencer ao circulo)

